terça-feira, 2 de julho de 2013

Notícias de Coimbra - Câmara de Coimbra derrete milhões em Festival de Verão (animos exaltaram se na feira popular)

Câmara de Coimbra derrete milhões em Festival de Verão

Quando se pensava que todos os festivais são programados e divulgados com a devida antecedência, Coimbra decide inovar. A Câmara Municipal apresentou hoje, 13 de Junho, uma edição revista e descaradamente aumentada das Festas da Cidade. O “desfile” está programado oficialmente para a primeira semana de Julho, mas a farra começa a 29 de Junho, porque a Junta de Santa Clara paga o warm up.
Como o “de voto” e-leitor sabe, a  Rainha Santa não gosta de passear em anos ímpares, por isso, nada como fazer o que nunca foi feito,  pelo que toca a meter santos de outras freguesias. Assim, o  evento passa a  ”Festival de Verão” numa versão e a “Festival Lusófono” na outra. Também entram  uns  dj´s estrangeiros, mas a organização está mais “excitada” com  a Poppy.
Digamos que é numa “cena tipo” Queima das Fitas, “em modo” sénior, uma vez que os estudantes já estão a preparar-se para acampar noutros festivais mais para a sua idade.
Aliás, temos de assumir com toda a frontalidade que estamos perante uma  Expofacic do Portugal dos Pequenitos, pois até a produtora aveirense é a principal fornecedora da festa de Cantanhede. Haja o que houver, os festejos vão custar pelo menos 240 000 Euros, palavra de Providência, que teve o aval de Barbosa, apesar da Câmara Municipal de Coimbra ainda não ter votado este orçamento. Claro que o valor vai subir de acordo com a temperatura, mas é preciso ter calma, pois a procissão ainda vai no adro da 8 de Maio.  Luís espera ter receitas (povo a pagar” na ordem dos  150 mil. Vamos esperar que faça sol, para que possa arranjar outra boa desculpa para justificar este investimento. João Paulo, mais realista, prefere afirmar que é um investimento em Coimbra e na marca Coimbra.
O “invento” tem um ”couvert artístico” a atirar para o cota, mas os jovens não foram esquecidos, só que os primeiros têm direito a cantores e os segundos a “tocadores”, que apesar de não aparecerem no cartaz, são artistas para silenciar os animadores da feira para pular.
Tudo isto e muito mais foi contado, por outras palavras, por Luís Providência e Barbosa de Melo, que se sentaram na mesma mesa, mas não lado a lado. (Ver foto). Esperamos que o e-leitor pagador não comece a tirar conclusões precipitadas, pois o facto de José Cid estar no meio do  CDS e do PSD, não se pode dizer que continuam separados ou que se casaram no Dia de Santo António. Agora, tem tudo o direito de desconfiar quando vê que a boda é grande e depois lhe servem do melhor e do pior.
Os artistas são bons artistas, mas o alinhamento é do género de quem escolheu a torto e a direito, sem saber onde começa a Lapa e acaba o Choupal.
Pelo meio, há uma homenagem a José Cid, que é merecida, apesar do artista não ser de Coimbra como o vereador da Juventude e Desporto queria que fosse.  Mas é um embaixador cultura de Coimbra, garante o nosso Prefeito, com ar de quem “comprou” este desafio sem nunca ter ido ao Carnaval da Baía. (Nesta parte juramos que vimos o que poderia ser uma sombra de Zeca Afonso projectada no “postal de Coimbra” e no rio caíram pingas que pareciam lágrimas  de  André, Né ou Inês, que embora não sendo tão bons como a Madonna (Sim, o Zé afirma que é melhor do ela), também mereciam uma homenagem ou, no mínimo, uma medalha de ouro no dia da cidade.)
Certo, certo é que o natural da Chamusca e residente  em Anadia vai ser homenageado, como nunca foi, e ainda tem direito a cobrar pelo espectáculo e a a fazer incluir alguns dos seus amigos em outras datas do programa festivaleiro, mas não deve cobrar para trazer os sobreviventes do Grupo Jazz do Orfeon. Ora veja:
29 de Junho: Tim Royko e Cosmo Klein
30 de Junho: Coro dos Antigos Orfeonistas da UC + “Poppy e Andrea” + Rusti
1 de Julho: Paulo Gonzo + Henri Josh + Karetus
Dia 2 de Julho: Zé Perdigão + Ana Moura + Spitfyah
Dia 3 de Julho: Deolinda + Deepblue
Dia 4 de Julho: José Cid & Big Banda com amigos de outros temps e Sardet, Represas e Perdigão + Von Di Carlo
Dia 5 de Julho: Pensão Flor + Luís Represas + Hugo Rizzo
Dia 6 de Julho: Gal Costa + Nox
Dia 7 de Julho: Banda Samba Jah + Jovens do Hungu + Tito Paris
Os preços, ou a consumação para quem quiser ler com sotaque brasileiro, são de amigo. 5 Euros por dia, excepto a 6 de Julho, noite em que bilhete custa os 12.50. Quem não quiser perder mesmo nada, pode comprar o bilhete geral que fica pela módica quantia de 35 Euros. Novidade, novidade, é que ticket do espectáculo também dá para ir à mítica Feira Popular, o que permite uma poupança de 1.50.  Não sendo uma fartura, deve dar para comer uma.
O festival de verão em Salvador, perdão em Coimbra, tem o apoio institucional da UCCLA, que era dirigida pelo “tio” Anacoreta Correia e da Memórias e Gentes, presidida por Maló de Abreu, chefe da bancada PSD na Assembleia Municipal de Coimbra. A RTP é a televisão oficial e a Antena 1 apoia, mas não tiveram “agenda” para cobrir a apresentação municipal.  Patrocínios do Tivoli (que deve fazer um desconto nas dormidas) e da Sagres, que só paga se vender finos.
A organização promete  surpreender com um palco montado em cima do Rio Mondego, na Praça da Canção, que é mais conhecida como Queimódromo. Vai dar umas boas fotos se ninguém ficar mal no retrato, pois pode ser muita areia para uma camioneta que só tira a areia do Basófias se alguém pagar para a tirar da água para fora do campo de navegação.
Festas de Coimbra. Festival de Verão. É milagre? Não. É uma aparição motivada pelo 29 de Setembro, dia em que se vai saber se  as setas sobem ou descem as escadas de peixe.
 
Animos exaltaram se na feira popular

Carrosséis pararam em
protesto na Feira Popular

População revoltou-se contra bilhetes a cinco euros e empresários desligaram as diversões acusando a junta de “quebra de acordo”
Edição de: 
Não foi pacífica a noite de sábado na Feira Popular, na Praça da Canção. Os visitantes não gostaram de ter de pagar cinco euros para entrar no recinto, quando estava prometido que havia bilhetes a 1,5 euros, e exaltaram-se com a organização. Os empresários de diversão decidiram desligar os carrosséis que instalaram na margem esquerda, durante cerca de uma hora, acusando a Junta de Freguesia de Santa Clara de «quebra de acordo», e chegaram a ponderar fazer queixa à PSP de Coimbra.
 O Festival de Verão de Coimbra é promovido pela Câmara Municipal de Coimbra, através da Divisão de Turismo e decorre nesta cidade de 1 a 7 de julho de 2013.
Juntos, Ana Sofia Carvalheda e o Vereador da Camara Municipal de Coimbra, Dr. Luis Providência , apresentam o Festival de Verão da cidade, que conta com o apoio da Antena1




Conceito

O espaço lusófono unido pela língua e unido na distância congrega Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe, Guiné Bissau, Timor Leste e claro, Portugal.
O passado comum, a cultura e as culturas unem diferentes povos que têm em comum a língua portuguesa, uma das mais faladas do mundo.
É partindo deste conceito, de unidade na diversidade, que se estrutura o Festival de Verão de Coimbra onde, em palco, durante nove dias, se constroem diferentes músicas, diferentes ritmos mas, sempre, a mesma língua.
A iniciativa é organizada pela Câmara Municipal de Coimbra, através da Divisão de Turismo e pela Associação Humanitária Memórias e Gentes e conta com o apoio institucional da UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa.

Posicionamento

O Festival de Verão de Coimbra realiza-se na margem esquerda do Rio Mondego (Praça da Canção) na cidade de Coimbra. Este Festival, onde atuam artistas portugueses, brasileiros, moçambicanos, cabo verdianos e angolanos, terá um palco instalado no rio para atuação de todos os artistas ao longo da semana dos concertos.
O Festival é dirigido à população em geral (da cidade de Coimbra e de outras cidades onde a divulgação da iniciativa vai ser realizada, em diferentes suportes comunicacionais), a turistas que passem por Coimbra e a toda a comunidade angolana, moçambicana, cabo verdiana e brasileira da cidade e do país.
O Festival de Verão de Coimbra está inserido na semana em que se celebram as Festas da Cidade de Coimbra e da Rainha Santa Isabel, na altura em que se celebra também o feriado municipal, dia 4 de julho.


Programa



Mais informação sobre o Festival de Verão de Coimbra

Facebook do Festival
 

Portas demite-se do Governo descontente com solução para as Finanças - Paulo Portas afirma que a decisão de se demitir é irrevogável

Portas demite-se do Governo descontente com solução para as Finanças 

Líder do CDS apresenta demissão, pouco antes da hora marcada para Maria Luís Albuquerque tomar posse.
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, apresentou nesta-terça o seu pedido de demissão ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, por discordar da solução encontrada para substituir Vítor Gaspar no Ministério das Finanças.
A demissão foi confirmada pelo PÚBLICO e apanhou de surpresa a maioria dos dirigentes do CDS, mesmo os colaboradores mais próximos de Portas.
Divergências com Passos Coelho sobre a nomeação de Maria Luís Albuquerque estiveram na origem da saída. Portas não concordou com a solução encontrada por Passos para as Finanças, pois, do ponto de vista da simbologia política, a escolha de Maria Luís Albuquerque significou que o primeiro-ministro assumiu ele mesmo a pasta das Finanças no plano político, o que desequilibrou o poder dentro da coligação.
No entanto, o PÚBLICO sabe que a decisão de se demitir foi tomada por Paulo Portas nesta terça-feira de manhã. Ontem à noite, o CDS reuniu o conselho nacional e o espírito que o líder dos centristas transmitiu aos seus pares foi o de que estava disposto a manter a unidade do Governo até à saída da troika.
Em comunicado, Paulo Portas confirma a demissão e contesta a escolha de Maria Luís Albuquerque para a pasta das Finanças, depois da saída de Vítor Gaspar, com quem tinha, salienta, "conhecidas diferenças políticas". Para o líder do CDS, a saída de Gaspar permitiria "abrir um ciclo político e económico diferente".
"A escolha feita pelo primeiro-ministro teria, por isso, de ser especialmente cuidadosa e consensual (...) Expressei, atempadamente, este ponto de vista ao primeiro-ministro, que, ainda assim, confirmou a sua escolha [de Maria Luís Albuquerque]. Em consequência, e tendo em atenção a importância decisiva do Ministério das Finanças, ficar no Governo seria um acto de dissimulação. Não é politicamente sustentável, nem é pessoalmente exigível", diz o comunicado.
A saída de Paulo Portas compromete seriamente a continuidade do Governo, uma vez que a saída do parceiro de coligação deixa não só o executivo fragilizado, mas também sem a maioria na Assembleia da República.
Os outros dois ministros do CDS - Pedro Mota Soares e Assunção Cristas - ainda não tomaram qualquer posição pública, não sendo claro se vão demitir-se. O CDS aguarda a comunicação de Passos Coelho ao país, às 20h.
Na tarde desta terça-feira, o Presidente da República afastou a possibilidade de demitir o primeiro-ministro, afirmando que o Governo responde à Assembleia da República - ao que o PÚBLICO apurou, Cavaco ainda não sabia da demissão de Paulo Portas quando falou aos jornalistas.
O anúncio da demissão de Portas ocorreu meia hora antes de Maria Luís Albuquerque tomar posse como ministra das Finanças.
 
"Não abandono o meu país", afirmou o primeiro-ministro numa declaração aos portugueses. Chefe de Governo refere ainda que pretende esclarecer o pedido de demissão apresentado pelo líder do CDS.

Tal como a Renascença avançou às 19h42, Passos Coelho não se demite da liderança do Governo. O primeiro-ministro, que fez uma declaração ao país pouco depois das 20h10, confirmou que pretende continuar à frente do Executivo e não apresentou a Cavaco Silva a exoneração do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas.
Passos Coelho diz que foi surpreendido pela decisão do líder do CDS, que se demitiu por discordar da escolha de Maria Luís Albuquerque para ministra das Finanças. O primeiro-ministro afirmou que pretende esclarecer com Paulo Portas o que sucedeu.
"Eu próprio tenho de manifestar a minha surpresa. Quando propus ao Presidente da República a ministra das Finanças e os seus secretários de Estado, que incluem um membro do CDS e que tinha sido confirmado pelo Dr. Paulo Portas, os acontecimentos de hoje eram evidentemente impensáveis."
O chefe de Governo sustentou que pretende evitar a "instabilidade política", que podia "deitar por terra" dois anos "de um grande esforço de todos" e "os primeiros sinais de viragem, que estão finalmente a chegar de forma ainda tímida, mas consistente". Passos argumenta que, tendo em conta este contexto, não podia aceitar a demissão de Paulo Portas.
"Por tudo isto, e pelo facto de o senhor ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros ser presidente de um partido que suporta o Governo, seria precipitado aceitar esse pedido de demissão. Não pedi, portanto, ao Presidente da República a exoneração do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros", declarou.
"Numa democracia madura, um Governo de coligação que goza do apoio de uma forte maioria dos representantes do povo não pode ser posto em causa a não ser por divergências de enorme gravidade", defendeu.
Clarificar com o CDS "as condições de estabilidade"
Passos Coelho quer esclarecer as condições de apoio junto dos partidos que suportam o Governo - PSD e CDS. "Não depende apenas da minha vontade resolver definitivamente este problema. Mas ambos os partidos têm a obrigação de não desiludir o país", apelou.
"Em conjunto, teremos de esclarecer o sentido do pedido de demissão do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros no contexto mais amplo possível: no contexto do nosso projecto comum e no contexto dos perigos que conseguimos evitar", continuou. "Nas próximas horas, procurarei clarificar e garantir junto do CDS todas as condições de estabilidade para o Governo e para o país."
O primeiro-ministro pede "cabeça fria e sentido de Estado", "porque as dificuldades ainda não terminaram", e apela à serenidade. "Da minha parte, poderão contar sempre com essa serenidade. Lucidez nos momentos de crise não é insensibilidade, mas um dever político comum a todos. Comigo, o país não escolherá um colapso político, económico e social."
Nesse sentido, Passos Coelho refere que não sai do Governo. "Não me demito. Não vou abandonar o meu país", disse. "O primeiro-ministro tem de assegurar a responsabilidade e a energia necessárias para lutar contra todas as adversidades", prosseguiu. "Todos desejamos um rápido regresso à estabilidade e à confiança", concluiu.
Antes da declaração ao país, o conselho de ministros, presidido por Passos Coelho, esteve reunido de urgência durante cerca de uma hora. Paulo Portas já não esteve presente, ao contrário dos outros ministros do CDS que integram o Governo: Assunção Cristas (Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território) e Pedro Mota Soares (Solidariedade e Segurança Social).
O Executivo liderado por Passos Coelho enfrenta uma crise após os pedidos de demissão apresentados por Paulo Portas e Vítor Gaspar.
[artigo actualizado às 20h47]

 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Notícias sobre victor gaspar abandona o governo e passa certidão de óbito ao Governo

Vítor Gaspar passa certidão de óbito ao Governo

 

Vítor Gaspar sai do Governo como não se esperava, especialmente de quem assumiu todo o protagonismo, e nunca o recusou, zangado com a sua incapacidade para levar a efeito a reforma do Estado
Vítor Gaspar sai do Governo como não se esperava, especialmente de quem assumiu todo o protagonismo, e nunca o recusou, zangado com a sua incapacidade para levar a efeito a reforma do Estado, zangado com o primeiro-ministro por ausência de uma liderança de suporte ao ajustamento, zangado com os seus colegas de Governo. E assinou, como nunca o fez o melhor discurso de António José Seguro, a certidão de óbito deste Governo. Só falta saber a data.

Ao contrário do que parece, a saída de Vítor Gaspar neste momento, nestas circunstâncias, por estas razões, que o próprio explicitou numa carta - uma peça de antologia para a história política e económica do país - é um péssimo sinal. Vítor Gaspar é o responsável directo pela recuperação da credibilidade do país junto dos mercados e dos credores, os actuais, ou seja, a ‘troika', e os futuros. Tem esse crédito, ninguém lho tira. Mas não percebeu o país que tinha, falo do país económico, da estrutura empresarial, dos trabalhadores. Nem sequer a sua dimensão política, desvalorizou-a a todos os outros objectivos, externos. E, portanto, o que fez de melhor acabou por ser o principal obstáculo à sua actuação como ministro das Finanças.
É, ainda assim, uma saída que fragiliza o Governo. Porquê? Porque Vítor Gaspar confessou a sua incapacidade para levar o acordo com a ‘troika' até ao fim, até Junho de 2014. Assume-o de forma séria e honesta, porque já não tinha a credibilidade e confiança de ninguém. Nem sequer da ‘troika', como se percebeu nos últimos dias. O problema, a questão que fica, é porquê? Por responsabilidades próprias e, sobretudo, por falta de apoio político, do primeiro-ministro e do resto do Governo.

Quando são muitas as dúvidas sobre a capacidade do Governo de levar a cabo a reforma do Estado, Vítor Gaspar deixa claro que não tem dúvidas nenhumas. Não será mesmo para fazer, ou, então, muita coisa tem de mudar. A certidão de óbito está passada, é mais grave do que qualquer declaração de António José Seguro ou qualquer greve geral, e tem a assinatura do mais insuspeito dos subscritores, o próprio Gaspar.

O que fica, então, para a nova, e surpreendente, ministra das Finanças, agora, número três do Governo, depois de Paulo Portas? Maria Luís Albuquerque não vai mudar de política, vai tentar fazer, de facto, o que Vítor Gaspar não conseguiu. Sem o mesmo peso político, mas com um perfil de executiva, dura e rigorosa, apesar dos ‘swap', que, agora, se tiverem algum desenlace, arrastarão todo o Governo.

Pedro Passos Coelho centraliza o poder em torno de três pessoas que são da sua total confiança política: Carlos Moedas, Poiares Maduro e Maria Luís Albuquerque. A ministra das Finanças tem pulso firme, conhece os dossiês e é conhecida da ‘troika', com quem o Governo tem ainda de negociar o fim deste acordo e o novo programa cautelar. O primeiro-ministro não tinha outra solução, nem melhor. Mas se é a solução possível, o sucesso do seu trabalho está longe de estar garantido. Como escreve Vítor Gaspar, que se despede com "amizade, lealdade e admiração".

O primeiro teste, de Maria Luís Albuquerque e do próprio Governo, vai ser o Orçamento do Estado para 2014. Vai ser mais relevante para o futuro político deste Governo, e do país, do que o resultado das autárquicas.
PS: A demissão de Vítor Gaspar do Governo coincide com o regresso de Teixeira dos Santos à vida política. Poderia ser mais irónico?







Vítor Gaspar abandona hoje o seu gabinete no Terreiro do Paço. Vai despedir-se de todos, com a sua postura de sempre, devagar devagarinho.
 

Maria Luís Albuquerque substitui Vítor Gaspar

A secretária de Estado do Tesouro vai assumir o cargo de ministra das Finanças 

 


Clientes despem-se para conseguir roupas grátis na Desigual em Madrid - Desnudos para las rebajas en la Desigual Naked Party en Barcelona

Clientes despem-se para conseguir roupas grátis na Desigual em Madrid

Clientes despem-se para conseguir roupas grátis na Desigual em Madrid

Mais de uma centena de pessoas apresentaram-se em roupa interior esta sexta-feira na loja da marca Desigual na calle de Preciados, em Madrid, a maior da insígnia catalã.

A iniciativa, já uma tradição, permite aos clientes levarem peças de roupa gratuitamente e assinala o início da época de saldos de Verão.

A Desigual recolheu as mais de 120 pessoas seleccionadas de entre os que se inscreveram para a iniciativa em dois autocarros turísticos frente à Porta de Alcalá e transportou-as até à loja.
  
«Para assinalar o arranque da época de saldos de Verão, a Desigual convidou 120 pessoas para se despirem por completo em Barcelona para depois se vestirem com roupas da marca gratuitamente. Se em Madrid a marca catalã fez uma iniciativa semelhante, mas os clientes ficaram em roupa interior, na cidade condal os participantes despiram-se por completo.

 Os 120 interessados foram recolhidos pelas 8h00 na praia de Barceloneta. A bordo da embarcação, os candidatos despiram-se por completo e foram depois encaminhados para a loja da Desigual em Barceloneta onde puderam vestir-se por completo "à borla".»