domingo, 7 de outubro de 2012

famosas portuguesas que captam a nossa visão ... ANseios de Verão

Luciana Abreu diz que “está melhor do que o doutor pensava”
Cada vez mais mulheres aumentam o peito e Luciana Abreu juntou-se ao grupo. Aumentou as maminhas e esta muito satisfeita!


Numa semana em que a avo paterna da uma entrevista exclusiva lancando-lhe duras acusacoes, bem como a sua mae- as quias prefere nao comentar- , Luciana Abreu surge num concerto da sua banda, no Funchal, Madeira, com a mesma energia e boa disposicao e... um peito "novo"! A jovem protagonista da novela da SIC "Floribella" fez um implante mamario no passado dia 6 de Agosto na Clinica Millenium, numa cirugia dirigida pelo conhecido Angelo Rebelo. Subiu apenas um numero de sutia.

Durante um mes, o habitual inchaco do pos-operatorio ira gradualmente desaparecer e so ai e que as mamas ficarao como Luciana as idealizou. "Estou muito contente. Fizeram um exelente trabalho", disse a actriz.

Assim, a "cinderela" que encanta miudos e graudos esta ainda mais bonita e sensual. Qualidades qua ja na sessao fotografica que fez para a revista "Caras". Na altura, a jovem dizia: "Tenho o meu lado de mulher. Se tiver de o usar, sei como faze-lo, mas nao me vejo como uma mulher sexy quando olho para o espelho". Contudo, garante que saberia encarnar a personagem defemme fatele e uqe gosta da arte de seduzir. Pois bem, agora, Luciana, de 22 anos, tem novos atributos fifiscos, embora continue a ser uma pessoa simples e lutadora.
O concerto que deu na ilha da Madeira foi mais uma prova de que a sua capacidade de trabalho nao tem limite. Nem um pos-operatorio habitualmente doloroso fez Flor deixzar de dar alegria aos seus fas! Moda ou nao, a verdade e que a cirugia de implantes mamarios tem cada vez mais adeptas.
Luciana antes da cirugia
Luciana Abreu apos a cirugia

Os melhores decotes de Verão



Quais são os melhores decotes da estação?
Com o calor a chegar, os vestidos começam a ser mais curtos e os decotes mais compridos! Nesta Primavera-Verão 


Amadoras e os seus decotes - Que mamas


É curioso constatar a relação ambígua que as mulheres que se querem mais 'arejadas' nesta nossa sociedade ainda relativamente fechada sobre a sua pequenez têm em relação aos decotes que, de livre e espontânea vontade, decidem usar.



É que basta o mais pequeno vislumbre de que alguém (homem) demonstre sequer o mínimo interesse em apreciar a beleza, que o decote pretende objectivamente mostrar, para que algumas mulheres componham logo o top/camisola/vestido/etc.., e façam todos os ajustes necessários para que o decote seja... menos decote.



Por isso eu faço o apelo: mulheres portuguesas, decidam-se! Se querem usar decote, certifiquem-se de que estão à altura do dito! Ou andam a treinar há anos e não se sentem confortáveis ? Então não usem. Que eu saiba o decote não serve propriamente uma imperiosa necessidade de arejamento de mamas. Há muita vestimenta sem decote, fresca, de algodão, seda e linho. Há coisas que um homem não percebe...principalmente em Portugal!


O Zè e o recuo do governo quanto à TSU

Governo recua na TSU mas avança com novos cortes

O jornal Expresso avança hoje com os contornos da nova proposta do governo. Essa proposta passa por um aumento do IRS e uma sobretaxa para todos os contribuintes equivalente a meio subsídio de Natal. Uma proposta que deve ser apresentada já depois de amanhã aos parceiros sociais.

Governo recua na TSU mas insiste na penalização de trabalhadores e pensionistashospedagem de sites php gratis
Haverá na austeridade margem para a negociação e o diálogo?hospedagem de sites php gratis
O SINTAP manifesta a sua enorme preocupação face ao novo pacote de medidas de austeridade anunciadas esta tarde pelo Ministro das Finanças, tendo em conta que estas, mais uma vez, fazem incidir a grande quota de esforço para o equilíbrio orçamental sobre os trabalhadores e pensionistas em geral, e sobre os trabalhadores e pensionistas da Administração Pública em particular.   Com efeito, Vítor Gaspar veio anunciar a manutenção de uma economia recessiva para além do ano 2013 e mais cortes na segurança social, redundando na receita que tem vindo a ser utilizada pelo Governo no combate à crise e que a realidade tem vindo a confirmar que está errada e que tem apenas contribuído para o aprofundar das desigualdades e da crise social em que Portugal está mergulhado, com cada vez mais desemprego e mais pobreza.   De acordo com o anunciado, não obstante o artifício destas novas medidas, por via de um brutal aumento de impostos (sobretudo do IRS), os trabalhadores e os pensionistas da Administração Pública continuarão a ficar sem um dos subsídios e, na maioria dos casos sem o valor equivalente ao outro subsídio por via do aumento dos impostos, levando-nos a duvidar se este não será um gato escondido com o rabo de fora.   Mantém-se assim a desigualdade e a falta de equidade de esforços de combate à crise, com os trabalhadores e os pensionistas da Administração Pública a serem substancialmente mais penalizados do que os trabalhadores do sector privado.   Ao mesmo tempo, continuamos a desconhecer o que o Governo pretende fazer quanto à tomada de medidas efectivas de combate à despesa do Estado, da promoção do crescimento económico e do emprego, da renegociação das Parcerias Público-Privadas, das concessões e das privatizações, entre outras, continuando também a ser uma incógnita o valor da taxação das mais valias e das transacções financeiras.                                                                         O SINTAP considera que o Orçamento de Estado para 2013, a conter estas medidas, será uma Lei eventualmente fértil em inconstitucionalidades, insistindo o Governo em não considerar as orientações do Tribunal Constitucional, cujo acórdão foi muito claro a dizer que os trabalhadores da Administração Pública não podem ser mais penalizados que os restantes trabalhadores e sectores da sociedade.   Para agravar ainda mais esta situação, o Ministro das Finanças foi também taxativo a assumir a intenção do Governo em manter a sua senda de cortes orçamentais nas prestações sociais e em outros sectores fulcrais para a coesão social, como são a educação e a segurança.   Em suma, com estas medidas, o Governo continua a promover a desagregação e a injustiça na sociedade portuguesa, facto que o SINTAP e os trabalhadores jamais aceitarão. Esperando, ainda assim, que possa haver margem para a negociação destas matérias, importa salientar que foi a luta dos trabalhadores e o empenho da UGT que conduziram ao recuo do Governo na questão do aumento da TSU.hospedagem de sites php gratis