segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Alexandra Ferreira Sexy Girl, capa da Penthouse Portugal - Fama Show Sic

    
Dj ;Playmate Maio 2010 na PLAYBOY,CAPA de março 2011,revista PENTHOUSE. 
Entretanto ficámos a saber que a morena gostava de bater no namorado. Enfim, "trash tv" no seu melhor. Informações internas da nossa Comunidade, que iremos tirar a limpo quanto antes, dão conta de que a Alexandra namorou com um conhecido jogador de póquer do circuito nacional. Aliás, há quem se lembre do impacto que ela causou, com o seu vestido justo, numa das aparições pelo Casino de Espinho. A confirmar brevemente.Quanto à nossa modalidade, de registar a presença de um jogador que se intitulou como profissional e que, sem mais dados, tudo indica ser o Marco Wilson (ver galeria aqui). O seu perfil oficial do referido reality show pode ser acedido por esta via.
Como em todos os anteriores programas do Secret Story, algumas das candidatas neste caso a Alexandra Ferreira , pousaram para revistas, não sendo por isso excepção neste.
A concorrente da Casa dos Segredos 3, Alexandra Ferreira , ex-namorada do concorrente Fábio Machado, com o qual esconde o segredo “somos um ex-casal” posou nua para a revista Penthouse de Março de 2011.
Diogo Cruz (Fanny)
Diogo Cruz é fotografado, em plena noite do Porto, num ambiente de extrema cumplicidade com a modelo fotográfica da revista masculina Penthouse, Alexandra Ferreira.
Muito se tem falado da postura de Fanny dentro da casa dos segredos, dada a sua evidente paixão por João Mota. Ambos têm abordado com extrema delicadeza o sentimento que os une, pois Fanny encontra-se actualmente noiva do seu namorado Diogo Cruz que supostamente a espera cá fora. Ou será que não!!!
A verdade é que Diogo Cruz foi apanhado em flagrante por Casamentos Magazine esta madrugada (13 de Outubro) em plena noite do Porto, na discoteca Havana Club Prestige Porto, na companhia da modelo Alexandra Ferreira, capa da revista masculina Penthouse de Março de 2011, num ambiente de extrema cumplicidade.
Face ao seu comportamento assumido em publico, bem podemos dizer que a relação existente entre Fanny e Diogo Cruz poderá estar com os dias contados por vontade de ambas as partes, estando desta forma criadas as condições para que a bonita cumplicidade observada entre Fanny e João Mota possa prosseguir sem barreiras, uma vez terminada a participação de ambos dentro da casa.
Casa dos Segredos 3
Depois de Alexandra Ferreira acabar o namoro com o Fábio, teve uma relação de 8 meses com Cláudio Coelho, que revela agora pormenores da sua vida com a concorrente da ‘Casa dos Segredos 3′. O ex-namorado da DJ diz que a história de ela ser Disc Jockey não é nada, até porque só tirou o curso há cinco meses. Cláudio afirma que ela é uma mulher sem escrúpulos e sem problemas em mostrar o corpo: “Ela quer ficar até ao fim e vai fazer tudo o que puder para o conseguir. Despiu­-se quase de borla para a Playboy e para a Penthouse.”

O ex-namorado de Alexandra, em entrevista à revista Nova Gente conta os pormenores da sua relação: “Namorámos oito meses. Ela acabou com o Fábio para estar comigo. Quando começa a discutir rapidamente fica violenta.”
As relações com os homens são uma constante, o que aliás, segundo Cláudio, também acontecia com Joana: “As duas chatearam­-se porque enrolavam­-se com os amigos e namorados uma da outra.”
A razão para Xana Ferreira participar pode ser, segundo ele, monetária: “Ela não tem dinheiro. A história de ser DJ não é nada… tirou o curso há cinco meses. ”
meu primeiro mini-set na canie do Fairplay Açores :)


domingo, 23 de setembro de 2012

Vanessa Free Alya - Dança do V.


Vanessa Free Alya


A minha fotografia


Nome Vanessa Ferreira Último login 2012-09-14
Nome Artístico Vanessa Free Alya Sexo Feminino
Páis de origem Portugal Idade 22
Actual residencia
Viana do Castelo/Viana do Castelo/Portugal


 

Vanessa Free Alya, a J na Casa dos Segredos 3

 http://2.bp.blogspot.com/-xu4xI75iySE/T859bP4oixI/AAAAAAAAEDc/lc0tXU8GbMs/s1600/05.jpg

 E já lá vão 300 números da revista J! 
Desta vez com a jovem Vanessa Free Alya.

Adriana Xavier - Conheça a jovem que abraçou um polícia

   Adriana Xavier: A miúda que abraçou o PSP na manif
Esta imagem está a correr o mundo. No meio da confusão da passagem dos manifestantes junto à delegação do FMI em Lisboa, uma jovem abraçou um agente da PSP que era atingido com garrafas e tomates e desafiou-o a juntar-se aos protestos.
A fotografia foi tirada por José Manuel Ribeiro, ao serviço da agência Reuters, e já circula por jornais e sites de todo o mundo como um símbolo de paz e dos conhecidos 'brandos costumes' portugueses. E agora sabemos a história por trás da imagem.
Segundo o jornal Público, a ruiva que abraçou o agente da PSP é Adriana Xavier, uma estudante do ensino secundário. A algarvia de 18 anos participava numa manifestação pela primeira vez na vida, e ficou incomodada ao ver o agente de «olhar triste» a ser atingido por bombas de fumo e outros objectos.
«Aproximei-me porque tinha curiosidade. Estava só ali, a observar a reacção dos polícias porque sei que por detrás deles há muito poder e que eles são marionetas. Estão ali porque recebem dinheiro para alimentar os filhos. Às vezes vemos os polícias partir para a violência e aproximei-me porque queria perceber o que é que eles eram capazes de fazer. Porque eles também são o povo, também estão a ser prejudicados com as medidas [do Governo]», contou.
Adriana olhou para um dos polícias em particular. «Já tinha olhado para ele, quando ele ainda não tinha a viseira. Tinha um olhar triste. Mas tinha um olhar aberto também. Sou muito sensível nestas coisas», conta a estudante. «Fui ter com ele e perguntei-lhe: ‘Por que é que vocês estão aqui? Para provocar alguma reacção má?’ Ele disse: ‘É o meu trabalho.’ Depois perguntei: ‘Não gostava de estar deste lado?’ E ele não respondeu. Olhou em frente».
E Adriana avançou então para um abraço: «Pensei uma, duas, três vezes. E aproximei-me dele. Acredito que se der amor, dou amor. E foi por isso. Queria ter um gesto de amor. Queria ter uma reacção boa naquele momento, não quero ter sentimentos maus. Aproximei-me dele, abracei-o. Ele ficou estático. Depois afastou-se suavemente. Não me afastou, afastou-se».
A jovem algarvia, que não acredita em partidos políticos e considera que o dinheiro «só gera maus sentimentos, só gera ódios», lembra que não é «a primeira pessoa do mundo a abraçar um polícia» mas espera que aquele e outros gestos provoquem uma «mudança espiritual» nos portugueses.
Esta imagem está a correr o mundo. No meio da confusão da passagem dos manifestantes junto à delegação do FMI em Lisboa, uma jovem abraçou um agente da PSP que era atingido com garrafas e tomates e desafiou-o a juntar-se aos protestos.
A fotografia foi tirada por José Manuel Ribeiro, ao serviço da agência Reuters, e já circula por jornais e sites de todo o mundo como um símbolo de paz e dos conhecidos 'brandos costumes' portugueses. E agora sabemos a história por trás da imagem.
Segundo o jornal Público , a ruiva que abraçou o agente da PSP é Adriana Xavier, uma estudante do ensino secundário. A algarvia de 18 anos participava numa manifestação pela primeira vez na vida, e ficou incomodada ao ver o agente de «olhar triste» a ser atingido por bombas de fumo e outros objectos.
«Aproximei-me porque tinha curiosidade. Estava só ali, a observar a reacção dos polícias porque sei que por detrás deles há muito poder e que eles são marionetas. Estão ali porque recebem dinheiro para alimentar os filhos. Às vezes vemos os polícias partir para a violência e aproximei-me porque queria perceber o que é que eles eram capazes de fazer. Porque eles também são o povo, também estão a ser prejudicados com as medidas [do Governo]», contou.
Adriana olhou para um dos polícias em particular. «Já tinha olhado para ele, quando ele ainda não tinha a viseira. Tinha um olhar triste. Mas tinha um olhar aberto também. Sou muito sensível nestas coisas», conta a estudante. «Fui ter com ele e perguntei-lhe: ‘Por que é que vocês estão aqui? Para provocar alguma reacção má?’ Ele disse: ‘É o meu trabalho.’ Depois perguntei: ‘Não gostava de estar deste lado?’ E ele não respondeu. Olhou em frente».
E Adriana avançou então para um abraço: «Pensei uma, duas, três vezes. E aproximei-me dele. Acredito que se der amor, dou amor. E foi por isso. Queria ter um gesto de amor. Queria ter uma reacção boa naquele momento, não quero ter sentimentos maus. Aproximei-me dele, abracei-o. Ele ficou estático. Depois afastou-se suavemente. Não me afastou, afastou-se».


 
A jovem algarvia, que não acredita em partidos políticos e considera que o dinheiro «só gera maus sentimentos, só gera ódios», lembra que não é «a primeira pessoa do mundo a abraçar um polícia» mas espera que aquele e outros gestos provoquem uma «mudança espiritual» nos portugueses.

Adriana Xavier - que foi considerada por muitos o símbolo da manifestação de 15 de setembro - está na capa da VIP desta semana.
A adolescente de Lagos que, depois de ter sido fotografada a abraçar um polícia durante as manifestações em Lisboa, já tinha sido convidada para participar em alguns programas de televisão e contou as razões do abraço em vários jornais e revistas.
"Não fui a primeira pessoa no mundo a abraçar um polícia", dizia Adriana, 18 anos, em entrevista ao jornal Público.
À VIP, a adolescente diz sentir que acordou "o coração das pessoas". Adriana posa em biquini para a revista.
 


 Adriana Xavier
Foto: E que tal o programa de hoje?

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Nick Clegg - I'm Sorry



                

Nick Clegg apology song to get official release

Nick Clegg



Hit or miss? ... Nick Clegg

A GROVELLING apology by the Deputy Prime Minister set to music by internet pranksters is to be released as a single.

Footage of Nick Clegg saying sorry for his party’s tuition fees u-turn was doctored by satirical website thepoke.
And after receiving thousands of views for their clip, they were granted permission to release it officially.
Profits from its sale will be given to Sheffield Children’s NHS Foundation Trust, which Mr Clegg's wife Miriam is a patron of.
Asked about the spoof video’s release, Lib Dem pensions minister Steve Webb joked that the party would be hiring the website to produce its next party political broadcast.
He told the BBC’s Daily Politics that it “took guts” for Mr Clegg to make such a public apology and that political parties did not get anywhere without “taking chances”.
“He knew this was going to be on YouTube,” he said.
“He knew it was going to be out there but he thought it was the right thing to do and I agree with him.”


Nick Clegg saying sorry is spoof music video






 

Nick Clegg says sorry for promising at the 2010 election not to increase tuition feesLink to this video
A contrite Nick Clegg drew both scorn and applause on Wednesday when he apologised for promising at the last election to oppose any increase in tuition fees, saying: "We made a pledge, we did not stick to it, and for that I am sorry."
The admission of error, rare in a modern politician, came before next week's Liberal Democrat party conference in Brighton at which his ability to take the party into the next election will be under scrutiny. In a released broadcast he conceded: "There is no easy way to say this."
It was stressed that Clegg was apologising for making the pledge to the National Union of Students before the election not to raise tuition fees, but not for the eventual decision by the coalition to lift the cap on fees to £9,000.
The deputy prime minister made the decision to confess in an attempt to win back a hearing from a public that he feels, at least until recently, had tuned him out because of its unrelenting anger over the broken tuition fee pledge.
Some of his advisers urged him against the apology, saying it would be taken as a sign of weakness, or merely disinterring an issue best left buried, but Clegg was convinced the confession was necessary after a summer tour of town hall meetings left him persuaded that the issue of the broken pledge would simply not go away, and was corroding trust.
In the broadcast he said: "It was a pledge made with the best of intentions – but we should not have made a promise we were not absolutely sure we could deliver. I shouldn't have committed to a policy that was so expensive when there was no money around. Not least when the most likely way we would end up in government was in coalition with Labour or the Conservatives who were both committed to put fees up."
Promising to learn from his mistakes, he vowed: "I will never again make a pledge unless as a party we are absolutely clear about how we can keep it."
Clegg believes that with another coalition possible after the 2015 election, all three parties must be clearer about pledges that would survive coalition negotiations. He is aware some of the electorate will take his apology as a sign of vulnerability or the act of a desperate man at a time when his personal poll ratings are plumbing new depths, but he believes others will find his honesty refreshing. Clegg insists he will take his party into the next election and believes this move will help clear the path.
In an admission of how much damage he has suffered, he said he accepted his apology "won't be enough for everyone. But I owe it to you to be upfront about it. And I don't believe it should cast a shadow over everything else the Liberal Democrats are achieving in government. When we are wrong we hold our hands up. But when we are right we hold our heads up too."
Clegg's aides said he had been wanting to make this full apology for a long time, but had only sensed in the past few months that the electorate might be in a mood to listen. He did not tell his coalition partners of his plan, but did consult the business secretary, Vince Cable, the architect of the tuition fees policy.
As Clegg was touring the country in April 2010 signing the NUS promise not to increase tuition fees, his coalition negotiating team was planning to abandon the pledge.
Cable on BBC Newsnight conceded he had been told before the election that the student fees pledge was unaffordable and said he had been sceptical about its affordability. "It was an unwise commitment to have been made. We are collectively responsible. We all participated."
He insisted it was not a stunt: "It was part of a genuinely felt wish to assist the student population. We weren't able to carry through with it, but it was certainly deeper than a stunt."
Fellow Lib Dem David Laws said he supported Clegg's apology.
"Yes, of course I do, every Liberal Democrat MP has a collective responsibility, this was a decision not just by Nick Clegg and Vince Cable but by all of us in the Liberal Democrat party."
Laws, a close ally of Clegg who came back into government as schools minister this month after two years on the backbenches, denied that Clegg's making of a promise he knew he couldn't keep to win favour with his party represented a failure of leadership.
He told the BBC Radio 4 Today programme: "I don't think that's fair. He took on the party and told them what they didn't want to hear, which was that the pledge of abolishing tuition fees overnight was not affordable and we'd have to do it over two parliaments.
"He now regrets, and I now regret, and Vince Cable now regrets, that we didn't go further to point out how tough this would be, and we didn't make clearer in our manifesto the risk, given the fact that the other parties were committed to precisely the opposite policy.
"Both of them wanted to increase fees and that's why it would have been very difficult in coalition to deliver this policy."
An Ipsos/Mori poll showed satisfaction with Clegg has fallen from 31% to 23% in the last month, while dissatisfaction rose from 58% to 66%. This gives him his worst ever net satisfaction rating, -43. He even has a negative net personal rating of -8 among Liberal Democrat voters at the 2010 election. By contrast David Cameron and Ed Miliband rate at +42 and +21 respectively with their voters.
Shabina Mahmood, the shadow higher education minister, said: "Clegg's apology for promising not to raise fees, but not for £9,000 fees themselves, is too little too late for the students starting this week."
Tom Wood, chair of Liberal Youth, said: "The broken fees pledge was a cloud hanging over Liberal Youth, frustrating our efforts to highlight other important issues for young people. That cloud is now cleared."
Liam Burns, the NUS president, said: "Nick Clegg should be apologising to voters for breaking his pledge, not for making it in the first place."